Alguns alunos de BH passaram mal depois de brincarem nos parquinhos das respectivas instituições e concluiu-se que os problemas de saúde das crianças (alergia, infecção e até contaminação visual por bactérias) vinham da contaminação da areia presente neste lugares.
Segundo o químico entrevistado pelo jornal Estado de Minas, não basta apenas lavar a areia com cloro, como algumas unidades fazem, uma vez por mês. “É necessária uma composição mais complexa e atóxica, claro, com ovicida, larvicida e fungicida. Após a descontaminação a areia fica segura por cerca de seis meses”.
Areia contaminada pode trazer riscos graves à saúde das crianças. São pombos, gatos e outros animais que podem contribuir para essa contaminação por causa das fezes.
Imagina como deve estar a areia dos parquinhos que não estão em um espaço privado? Que fique o alerta aos pais.
Fonte: Estado de Minas
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segunda-feira, 18 de junho de 2012
Areias contaminadas em parquinhos
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Atenção: Toddynho apreendido com PH de soda cáustica
A Secretaria Estadual da Saúde do Rio Grande do Sul recebeu 29 notificações de pessoas que relataram problemas como irritações e lesões da mucosa da boca depois de ingestão do achocolatado Toddynho entre a última quinta-feira e ontem, 5.
As cidades com mais casos são Porto Alegre, com nove, e Gravataí, na região metropolitana da capital gaúcha, com seis. As outras 14 notificações foram feitas em dez municípios de diversas regiões do Estado.
Algumas amostras entregues às equipes de vigilância sanitária foram encaminhadas para análise do Laboratório Central do Estado (Lacen). O único resultado disponível é o do primeiro teste e foi divulgado na sexta-feira passada.
Ele mostra que o PH do produto era de 13,3, alcalino, equivalente ao de produtos de limpeza como soda cáustica e água sanitária, e considerado muito alto para alimentos, que tem valores próximos a 7.
Os consumidores que notificaram problemas já estão bem. Em tese, a ingestão de produtos com PH alcalino pode até provocar situações mais graves em todo o aparelho digestivo.
"Mas depende da quantidade do alimento, do tamanho da pessoa e do estado de saúde dela", ressalva a coordenadora de Vigilância de Alimentos da Secretaria Estadual da Saúde, Susete Lobo Saar.
Desde a detecção do problema, a venda do Toddynho está suspensa no Rio Grande do Sul. Os comerciantes foram orientados pela Vigilância Sanitária a tirar o produto das prateleiras. A empresa Pepsico, detentora da marca, admite "alteração de qualidade" de um lote de 80 unidades de 200 mililitros do achocolatado e informa que suas equipes já retiraram a maioria das caixinhas de circulação.
A Secretaria da Saúde do Rio Grande do Sul afirma que alguns dos consumidores que notificaram seus casos informaram terem consumido produtos de outros lotes, que ainda não foram analisados. E orienta quem tem o achocolatado em casa a aguardar que a investigação indique quais os lotes adequados e inadequados ao consumo.
Matéria publicada no "Estado de São Paulo".
As cidades com mais casos são Porto Alegre, com nove, e Gravataí, na região metropolitana da capital gaúcha, com seis. As outras 14 notificações foram feitas em dez municípios de diversas regiões do Estado.
Algumas amostras entregues às equipes de vigilância sanitária foram encaminhadas para análise do Laboratório Central do Estado (Lacen). O único resultado disponível é o do primeiro teste e foi divulgado na sexta-feira passada.
Ele mostra que o PH do produto era de 13,3, alcalino, equivalente ao de produtos de limpeza como soda cáustica e água sanitária, e considerado muito alto para alimentos, que tem valores próximos a 7.
Os consumidores que notificaram problemas já estão bem. Em tese, a ingestão de produtos com PH alcalino pode até provocar situações mais graves em todo o aparelho digestivo.
"Mas depende da quantidade do alimento, do tamanho da pessoa e do estado de saúde dela", ressalva a coordenadora de Vigilância de Alimentos da Secretaria Estadual da Saúde, Susete Lobo Saar.
Desde a detecção do problema, a venda do Toddynho está suspensa no Rio Grande do Sul. Os comerciantes foram orientados pela Vigilância Sanitária a tirar o produto das prateleiras. A empresa Pepsico, detentora da marca, admite "alteração de qualidade" de um lote de 80 unidades de 200 mililitros do achocolatado e informa que suas equipes já retiraram a maioria das caixinhas de circulação.
A Secretaria da Saúde do Rio Grande do Sul afirma que alguns dos consumidores que notificaram seus casos informaram terem consumido produtos de outros lotes, que ainda não foram analisados. E orienta quem tem o achocolatado em casa a aguardar que a investigação indique quais os lotes adequados e inadequados ao consumo.
Matéria publicada no "Estado de São Paulo".
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