É isso mesmo: Se suas férias de julho já estão programadas e você ainda não comprou as passagens, saiba que as passagens pela Gol do filhote sai de graça.
Comprando as passagens de hoje dia 04 até dia 10 de junho, crianças de 2 a 12 anos viajam de graça.
Está esperando o que para confirmar a viagem das férias escolares? Ah, o destino pode ser nacional ou internacional.
Já venho prometendo a mim mesma há tempos uma visita a Inhotim, mas ainda não cumpri.
Aproveitando que nossa viagem de final de ano foi suspensa por força maior (mudança à vista!), Inhotim está na minha lista Top 5 para as férias da baixinha. Dê uma lida nos muitos motivos que você tem para levar seu filhote também.
Por que visitar: é o maior centro de arte contemporânea do Brasil. Instalado em um parque de mata nativa, tem 45 hectares de jardins, alguns projetados pelo paisagista Roberto Burle Marx (1909-1994). Em meio ao verde, há dez galerias que reúnem obras de artistas nacionais como Cildo Meireles, Vik Muniz e Adriana Varejão e internacionais como Olafur Eliasson e Doris Salcedo. Ainda promove exposições temporárias.
O que abordar com seu filho: a relação da arte e do meio ambiente. Além do acervo de arte contemporânea, possui um belo “acervo” botânico. O parque tem espécimes representativos da flora brasileira. Um bom lugar para introduzir as crianças (em alguns casos até mesmo os adultos) ao mundo das artes plásticas.
Não deixe de ver: considerado importante para a chamada arte conceitual, Cildo Meireles é um dos artistas brasileiros de maior projeção internacional. Entre suas nove obras em Inhotim está Através (1983, 1989), composta por vidro e outros materiais de contenção, como telas e plástico. Tal qual o nome sugere, a instalação pode ser atravessada pelo espectador.
Melhor para: estudantes de qualquer idade.
Na agenda: acesso pelo km 490 da BR-381 p/ S. Paulo (Inhotim), tel: (31) 3227-0001, site: http://www.inhotim.org.br/ . De quintas e sextas-feiras, das 9h30 às 16h30; sábados, domingos e feriados, das 9h30 às 17h30. Entrada: R$ 10 (grátis para menores de seis anos e maiores de 60)
Aproveitamos nossa ida ao Rio para levar a Lu para assistir ao espetáculo Cocoricó - o show que estava acontecendo no Citibank Hall. Apesar do teatro ficar na zona norte da cidade e estarmos na zona sul, aproveitamos nosso novo acessório indispensável, o santo GPS, para atravessarmos a cidade rumo à Barra. Acertamos direitinho o caminho e apesar de um rush de 1h, valeu a pena.
Fomos muito bem recebidos pela assessoria de comunicação da Time For Fun (obrigada, Sabrina!), uma das maiores produtoras de shows e teatros do Brasil que estava produzindo o espetáculo. A baixinha adorou! Ela vibrava cantando as músicas junto com os simpáticos personagens.
Na trama, João, o primo de Júlio, convida os amigos do campo para uma pequena participação em um espetáculo na cidade. Quando chegam de viagem, porém, eles são surpreendidos com um desafio: os artistas cancelaram os números e eles precisam salvar o evento. Júlio, João, as galinhas e Alípio, além do papagaio Caco e do leitão Astolfo, começam a improvisar algumas músicas e se arriscam em divertidas coreografias. Tudo ao som de “Nós, Galinhas Globais, Meu Querido Paiol, Vitamina Tuti-Fruti, Chuva Chuvisco Chuvarada” e outros oito temas conhecidos pela meninada.
Quatro dias sem nada novo por aqui, mas por um ótimo motivo: Fim de semana prolongado na cidade maravilhosa.
Há tempos ensaiamos ir os três para o Rio, mas na hora de decidir pra valer sempre batia um pontinha de medo de levar a Lu conosco. As cenas que presenciamos na TV sobre a cidade não são as melhores e a gente sempre acaba pensando que algo de ruim vai acontecer justamente quando estivermos com a baixinha por lá. A viagem do Luiz já era certa, conosco ou sem (nosco, rs!) pois o ingresso para o show do Paul já estava na mão. Então, a mãe medrosa aqui criou coragem, pegou a cria e foi junto.
Optamos por ir de carro e não nos arrependemos. Para acalmar dois corações aflitos, compramos um GPS para facilitar nossa locomoção por uma cidade que não conhecemos muita coisa.
E não é que tudo foi PERFEITO? Não vimos arrastão, não presenciamos nenhum roubo, nada de policiais ou bandidos com fuzis. E vou te contar, a cidade parece mais hospitaleira do que eu me lembrava. Todos os funcionários do hotel (Windsor Excelsior) muito, mas muito educados. Atendentes dos restaurantes sempre com um sorriso no rosto. Orla de Copacabana limpíssima. O que falar mais? Ah, que voltaremos em breve, muito breve!